1 de março de 2009

pólvora

estávamos quatro amigos num bar e um deles tira do bolso uma porra de uma latinha de rapé. para mim rapé era um treco que nem existia mais, dos tempos do sítio do picapau amarelo, de confundir a cozinheira nastácia dizendo que o pó de pirilimpimpim era rapé. pois bem, é uma merda, horrível, nem espirrar eu espirrei, fiquei numa mistura de nariz entupido e super desentupido, aroma de eucalipto. blargh. o yuri, por sua vez, deu uns 18 espirros sem parar, quando o efeito passou, porém, foi lá ele tentar de novo. vá entender.

5 comentários:

Yuri Machado disse...

ué!

agora já não lembro de novo como era...

bem queria me lembrar...

Bruno K disse...

afinal, quem desenterrou o rapé?

Beá Meira disse...

Ah! A sedução do vicio! Preciso experimentar só mais uma vez... acontece com jogos on line também.

Tito Peçanha Leitão disse...

rapé é bom,
mas só quando você consegue espirrar...

vi um livro infantil do século XVIII que contava a estória de um homem que não conseguia espirrar com o rapé.
é do cara que primeiro combinou texto e imagem, considerado o inventor dos quadrinhos...

Tito Peçanha Leitão disse...

é por isso que é curioso você fazer um quadrinho justamente sobre rapé...

;)