24 de junho de 2010

tamanduateí 16.06.2010 (III)


e exatamente uma semana e um dia depois, o desenho 28/30. hoje já fui lá de novo para a última visita, ou seja, já completei os 30 desenhos, ainda que em rascunho, mas já é um bom começo! eu estou deixando umas partes em branco, principalmente nos últimos desenhos, mas este é o primeiro em que a preguiça não é só preguiça, está também justificada, eu queria ressaltar o que venho vendo que acontece com o parque d. pedro, como quem teve o saco de ler nos pedaços do relatório de visitas, um vazio em meio aos equipamentos urbanos 'mais importantes' para nossa cidade pragmática.


e então o pedacito de relatório de hoje (hoje é curto):

Desenho 28:

De cima do viaduto é possível ver bem longe. Eu não quis olhar muito para o outro lado para me concentrar mais neste, no sentido do terminal. Semana que vem desenharei ao contrário, mirando o caminho que tenho traçado desde o começo do ano, visto de cima, meio afastado já. A imagem que tenho é do sol escondido atrás do São Vito, caminhando lentamente e se mostrando de novo, bem alinhado com este trecho do rio, o mercadão polvilhando de gente embaixo, bonito. Mas do Parque D. Pedro II que vejo agora, consigo distinguir poucas coisas de um parque. Há árvores, e concordo que isso já seja alguma coisa em relação à grande maioria do centro da cidade. Há também grama, chão verde, local para se sentar, ficar ‘à vontade’. Há também um rio importante, razoavelmente volumoso, que corta a região. Um terminal de ônibus faz a conexão com diversos pontos da cidade, integrado a uma estação de Metrô também. Próximo estão diversas ruas importantes de comércio, com movimento intenso durante todos os dias, plenas de edifícios e locais de moradia. O enorme mercado Municipal proporciona outro passeio interessante. Mas o que há de errado com este lugar? Por que ele não funciona como deveria?

Um comentário:

disse...

não sei o que é disparatado, se for melhor que bacana é nesse que eu queria clicar, tá lindo!