26 de fevereiro de 2011

céu passante

Ontem, à noite, segundos antes de ir dormir, olhei pela janela e vi um céu de uma limpeza que nunca esperaria em São Paulo. Corri pegar a máquina, digital, que devia fazer alguns meses que não usava, e tirei umas fotos rápidas. Mesmo sem chover, havia uma nitidez incrível na vista, profundidade sem embaçar o que estava mais longe, sabe? Nas fotos fica tudo um pouquinho tremido porque, mesmo com o tripé, estava ventando e era impossível impedir alguma trepidação na longa exposição.

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