17 de março de 2011

efke IR 820

Desde ontem, antes de ontem, na verdade, estava meio chateado porque um filme infravermelho (meu segundo, um Efke IR 820nm) que disparei ficou quase que inteiro MUITO subexposto, a ponto de parecer um enorme rolo transparente. Tinha algumas fotos razoáveis mas nenhuma com aquela exposição bacana resultado de um negativo bonito, vibrante. Longe disso. Estou escaneando ele agora e até que estas fotos ficaram curiosamente interessantes, mas o fato, e acabei de descobrir, é que este filme é especialmente complicado. Nesta excelente 'review' deste cara, acabei descobrindo o que precisava saber e quão despreparado eu estava ao usá-lo. Não posso me culpar completamente, porém, por causa do 'sucesso' que tivera com o outro filme IR que usei, um Rollei 400, ou seja, estava confiante e animado para tentar de novo. Só que o Efke é muito, mas muito mais lento que o Rollei, e para completar a 'cagada', fotometrei como iso 25 por uma recomendação (furada, claro) da BHphoto para fazê-lo, apesar de ter fotometrado o Rollei apenas com iso 6 da outra vez. Resumindo, depois de tudo isso, a conclusão que posso tirar é que só saíram as fotos que eu fotometrei errado, que eu teria hiperexposto!

Nenhum comentário: