4 de março de 2011

resto de barco

Uma coisa é curiosa do filme infravermelho, quer dizer, também é curiosa; o foco é diferente. As câmeras mais antigas, nem todas, possuem um pequeno R ou uma marquinha vermelha nos tracinhos que definem os campos de profundidade na borda da lente. Acontece que o comprimento de onda diferente faz com que o foco seja ligeiramente diferente do que vemos, de forma que temos que compensar depois de ter focado o objeto. Por causa das margens de foco que as aberturas costumam dar à foto, isso nem sempre é problema, mas o caso crítico acaba sendo o infinito, que foca diferente. Não dá para fazer o tradicional 'gira a lente até o fim' e tudo que está longe fica no foco, é preciso girar um pouco de volta até a marquinha mais próxima do R casar com ele. Demorei para conseguir esta informação precisa, que ainda preciso averiguar, antes eu só 'voltava um pouco atrás no foco'.

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