4 de agosto de 2011

no atelier da mama

Domingão, aquela horinha triste antes de ir dormir. Apareci no quarto/atelier da minha mãe para conversar um pouco, deitei na cama, puxei meu caderninho e fiquei desenhando deitado, conversando sobre amenidades, como diria Calasans Neto, até terminar este croquisitos meio torto. Eu ainda queria pintá-lo, mas deixei estar e fui dormir.

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