não aguento, juro, não dá.
31 de março de 2009
30 de março de 2009
28 de março de 2009
sãopaulosamurai 7
achei que seria legal postar o esboço que fiz antes do desenho, uma espécie de croquis pré-operatório, porque é o croquis definitivo, a grande referência. foi feito num A5 para manter a proporção da folha, coisa que varia demais enquanto estamos pensando no que fazer e que nunca cabe da forma que gostaríamos.
mas ai o legal é notar como segue mais ou menos a idéia e como acaba por mudar bastante coisa. quando você põe no lugar certo, os desenhos mudam de tamanho, forma, posição, ai fica difícil respeitar o que seria moldura e o que não precisa mais, o que vai ser colorido o que não vai. e tem outra, quando erramos na perspectiva (que nem no primeiro quadro), muitas vezes não tem mais volta.
de qualquer forma, o resultado final ficou bacana, gostei de variar a posição da folha.
mas ai o legal é notar como segue mais ou menos a idéia e como acaba por mudar bastante coisa. quando você põe no lugar certo, os desenhos mudam de tamanho, forma, posição, ai fica difícil respeitar o que seria moldura e o que não precisa mais, o que vai ser colorido o que não vai. e tem outra, quando erramos na perspectiva (que nem no primeiro quadro), muitas vezes não tem mais volta.
de qualquer forma, o resultado final ficou bacana, gostei de variar a posição da folha.
26 de março de 2009
cheiro de cu de macaco
25 de março de 2009
23 de março de 2009
21 de março de 2009
o tempo e os paquidermes
20 de março de 2009
sãopaulosamurai 4.5
19 de março de 2009
18 de março de 2009
sãopaulosamurai 4
16 de março de 2009
15 de março de 2009
14 de março de 2009
13 de março de 2009
o tempo e o vento
12 de março de 2009
prova de capacitação
10 de março de 2009
o trabalho do tempo
as vezes eu fico pensando como seria viver do próprio trabalho; a relação direta do fruto que comemos com a mesma mão que o plantou, usar as próprias mãos para sobreviver em cima do suor, da terra, não para prestar serviços indiretos e nem sequer saber de onde vem a lasanha congelada da sadia triplamente embalada que comemos no jantar. preocupar-se com a chuva, a raposa, os ratos no galinheiro, o trator, o milho, plantar, colher, capinar. a gente devia sentir a dor da enxada na mão, envelhecer embaixo do sol, corpo rijo, não o ombrinho travado e o torcicolo de tentar dormir sem estar cansado de verdade, quase cegos de ficar na frente do computador fazendo desenhinhos. a gente é um bando de frescos.
7 de março de 2009
6 de março de 2009
4 de março de 2009
batatas
1 de março de 2009
pólvora
estávamos quatro amigos num bar e um deles tira do bolso uma porra de uma latinha de rapé. para mim rapé era um treco que nem existia mais, dos tempos do sítio do picapau amarelo, de confundir a cozinheira nastácia dizendo que o pó de pirilimpimpim era rapé. pois bem, é uma merda, horrível, nem espirrar eu espirrei, fiquei numa mistura de nariz entupido e super desentupido, aroma de eucalipto. blargh. o yuri, por sua vez, deu uns 18 espirros sem parar, quando o efeito passou, porém, foi lá ele tentar de novo. vá entender.
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