31 de julho de 2011
29 de julho de 2011
nada
27 de julho de 2011
hotel fazenda boa vista
Ontem fui visitar a obra do hotel que o escritório está fazendo para a Fazenda BoaVista, em Porto Feliz (nossa querida happy-harbour, para os íntimos). Depois do almoço sentei numa sombrinha (das poucas que achei, juro que não foi fácil) e fiz este croquis da paisagem no moleskinão (este desenho tem 594 x 210 mm) mas não consegui terminar porque tivemos que voltar.
26 de julho de 2011
autoestima - equilíbrio 26.07.2011
25 de julho de 2011
24 de julho de 2011
23 de julho de 2011
22 de julho de 2011
21 de julho de 2011
terminando (VII)
20 de julho de 2011
estudo
19 de julho de 2011
17 de julho de 2011
o saco de lego

Meu irmão Lucca tinha este saco de Lego desde que eu me lembro por gente. Lembrava dele ser enorme, daquele 'beirando o infinito' que as crianças sempre imaginam, uma medida que muda tanto quanto nosso tamanho. Depois de um tempo a costureira da minha avó chegou a fazer um para mim e para meu outro irmão para guardar o nosso lego, só que tinha argolas costuradas por fora, que não durou muito tempo. Este do Lucca era 'original' do Lego mesmo, tem até uma etiqueta com a banderinha costurada, deve ser por isso que tem já uns 20 anos com ele. O que eu não sabia na época é que já tínhamos umas 5 vezes mais lego que ele porque nos anos seguintes acumulamos um monte, era quase regra pedir lego de presente em casa. Domingo retrasado, com meus sobrinhos, fomos à casa dele e brincamos mais um pouco, para dar um gostinho e lembrei desta história toda. O engraçado - e muito elementar - de se brincar de lego e que eu nunca me lembro até brincar, é que as nossas costas não são mais as mesmas.
15 de julho de 2011
14 de julho de 2011
13 de julho de 2011
o casamento da minha irmã (IX)
Acho que agora é o último post das fotos do casamento da minha irmã. Tem mais algumas mas nenhuma que se sustentasse sozinha num post, são parte da cerimônia toda só. E calhou de sobrarem estas duas que são justamente recortes de uma cena, coisa que não gosto muito de fazer, mas como estava longe na hora das fotos não houve escolha.
relocando (VI)
O batedor de estacas foi relocado para mais perto da gente, na última lateral do terreno que falta esfaquear. O subsolo já começou a ser escavado mais pro fundo, com a parede de contenção sendo montada. Enquanto eu estava fazendo este desenho, o chefe apareceu na varanda pergunando por que eu estava desenhando a obra do Andrade Moretin se havia uma dele do outro lado começando (que não tem um ângulo de visão tão bom quanto esta para desenhar). 'Estou só treinando para fazer melhor depois, chefe', disse eu.
12 de julho de 2011
pré-subsolo (V)
Este quinto desenho-registro da obra em frente ao escritório eu fiz mais corrido. Era segunda-feira de manhã e eu chegara mais cedo ao escritório (!) porque estava sem internet em casa, então minha mão ainda estava presa e meus olhos meio fechados, desculpinhas. O fato é que estão montando as paredes de contenção no entorno do terreno, logo mais poderão retirar toda a terra para escavar o subsolo.
10 de julho de 2011
6 de julho de 2011
5 de julho de 2011
o bate-estaca (IV)
4 de julho de 2011
nas quietas beiradas 01


Enfim minha primeira tirinha feita com aquarela. É uma série que começo agora e que espero que tome força para seguir adiante, dentro deste equilíbrio precário de um tempinho livre que sobra, daqueles que têm que ser grande o suficiente para eu 'querer' desenhar, e não fazer todas as outras coisas que eu não faço durante um dia normal.
névoa
3 de julho de 2011
1 de julho de 2011
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