finalmente lembrei de escanear uns esboços para colocar junto do desenho, eu sempre esqueço, fico com o caderno cheio e as vezes acho eles mais bonitos e expressivos que o desenho final. tem uma coisa na mão solta e despretenciosa que não se iguala a nada.
pelo jeito que a coisa anda, daqui a pouco terei que comprar mais um pote de tinta vermelha.
problemas, problemas e problemas... parece que a coisa vai se ampliando.
sequência da série. (meu scanner está de fato meio velho, compara só este post com o anterior, escaneado no da minha mãe, como está mais definido e vivo). fora isso, depois de 32 dias de ausência, meu computador voltou da recauchutagem novinho em folha!
cerzir. V. t. d. 1. 'Coser peças de um tecido de forma que não se notem, ou mal se notem, as costuras'. (Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 2a Edição). início de mais uma série, no melhor do estilo carniceiro.
hoje, almoçando no sesc pompéia, ouvia de lado a conversa de um homem bastante comum com uma jovem e gorda senhora. não eram mãe e filho, nem namorados ou colegas de trabalho. na verdade, não faço idéia do que os tivesse mantendo juntos. alguma coisa na conversa me atraía, porém, e não era o assunto, não eram os interlocutores, era algo de indefinível na forma como a conversa acontecia, na sequência incerta do tempo entre as palavras da conversa que se seguiu, indiferente ao paspalhão que estava esquecedo de comer. por que não consegui deixar de escutar a fala mansa e lenta do técnico de informática que atendeu três vezes ao celular neste tempo em que dividimos a mesa? quando me levantei percebi, que o motivo, simples assim, era o fato dele não ter proferido gíria sequer, nem uma única interjeição, nada. o que precisou dizer ele disse em palavras corridas, apenas. coloquei a bandeja na esteira e pensei no ponto a que chegamos ao acharmos estranho o que consideraríamos o normal.
imagine só termos estampado na cara sempre o mesmo sorriso idiota. deve ser foda.
estas são as melhores fotos do terceiro filme que tirei com a Leica IIIc, desta vez com um fotômetro para auxiliar na tarefa. o legal é que das melhores fotos, muitas são da maíra, o que considero muito bacana porque ela não gosta de sair em fotos e tal, mas saiu muitíssimo bem em várias aqui.
paúba é sempre um bom lugar para tirar foto, inclusive uma das melhores que tirei lá já publiquei há uns dias, aquela do pessoal todo e o clima fúnebre no mar.
esta é a minha preferida do filme todo, rapaz, como ficou bonita esta foto!
o espelho em L lá do sítio dá uns efeitos divertidos.




e o yuri falando mais bobagens, para variar. gostei demais desta foto.
o marcinho sente-se absolutamente à vontade em frente às câmeras, percebem?
e aqui a relação total das fotos tiradas esta última vez.
ok, eu concordo que a coisa está beeeeem aleatória e o formato de tirinha muito quadradão não condiz muito com o 'normal' do 'meu fim de mundo', talvez nem devesse tê-la classificado assim. de qualquer forma, gostei demais do resutado principalmente do terceiro quadro em diante. as mãozinhas ora carne, ora osso, ora músculos me agradaram muito, só o copinho do começo que estava melhor antes de pintar as 'manchas' dentro dele.
minha mãe foi clara, pela segunda vez; 'se você não continuar este desenho para a festa da laura, eu juro que pinto esta parede de branco outra vez!' dito e feito, fui lá desenhar mais um pouquinho para manter o ambiente sob controle. a tática é esperar um pouco para continuar, para que cada vez que apareça novidade, esta cause alguma diferença. de fato, ela não teve que explicar a ninguém na festa por que o maldito desenho não andara para frente.
http://revistabeleleu.wordpress.com/revista da qual estou participando com uma das tirinhas do fim de mundo. o lançamento será agora na FIQ de Belo Horizonte. estou maluco para que o meu exemplar chegue.
bom, depois de ficar fazendo desenhinho de cadeira, chegou a hora da maquete 1:5 em madeia balsa para mostrar os defeitos da coisa. eu achei que a proporção geral da coisa ficou razoavelmente boa, com excessão das 'orelhas' do encosto que acabaram maiores do que deveriam.
estas travessas para sustentar o encosto também não me convenceram ainda, mas se eu o mantiver seccionado desta forma, elas ainda serão necessárias. talvez eu o divida apenas em dois.
a pouca inclinação do assento é proposital porque, como usarei a cadeira eu mesmo, para desenhar e tudo mais, não fico encostado o tempo todo, e sim mais inclinado para frete. se a cadeira for muito inclinada para trás, que nem a da biblioteca da fau, fico com uma tremenda dor nas costas depois de um tempo.
tenho minhas dúvidas se esta linha do assento não ficou um pouco para frente demais, de forma que a pessoa que sente não acabe escorregando para frente toda vez que tentar ficar com a coluna reta.
e no final das contas o X embaixo do assento me agradou bastante, só deu foi um trabalho do cão para fazer encaixar.
pose 'cadeira ao sol sobre madeira em brasa', maquete de estudo 1, 04/10/2009.
primeiro upgrade na cadeira que vinha desenvolvendo, troquei o assento plano por este seccionado que será provavelmente de compensado normal. como a estrutura da cadeira será de 'ripão' 5 x 2 cm, a montagem deve sair bem barata. a diferença é que terei que acrescentar umas travessas para sustentar o assento que antes se estruturava sozinho, e isso ainda falta resolver melhor, como se vê nas costas do encosto. (um dos desenhos ficou muito claro, mas patience, não é hora de redesenhar nada, hehe).
mais cadeirinhas. na verdade, vistas didáticas da mesma de antes.