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9 de abril de 2011

letratone experience

Já faz um tempinho eu comecei a ir atrás do tal do Letratone®, aquelas retículas que se vê muito nos desenhos antigos de arquitetura. O método de trabalho era basicamente recortar as folhas e colá-las por cima dos desenhos fazendo as sombras ou o que mais fosse, um troço bem difícil. Pois bem, procurei pra burro, meu pai revirou as coisas antigas dele lá mas não encontrou nenhuma folha sequer. A sorte que eu tive foi ter comentado com o Zene, que disse ter ganho da tia algumas. Fiquei animadíssimo mas acabamos deixando de lado. Acontece que mais tarde fiz para ele aquele desenho do TFG e como pagamento ele me ofereceu algumas folhas de Letratone! Isso ano passado. Ai elas ficaram guardadas mais um pouco (apesar de ter anos e anos, estão em um estado de conservação excelente) e esta semana, por causa do molho em que estou por conta dos pontos, resgatei e escaneei as retículas. Enfim, tudo para dizer que este é o primeiro experimento com o famigerado, no photoshop já que tenho pouquíssimas folhas, uma de cada. É na verdade um recorte do desenho, já que era uma vista que fiz para o escritório e não sei se rola colocar a parte do projeto em si aqui, mas dá para ter uma idéia da coisa. O bacana é que nunca me animei com 'pintura digital', mas isso talvez dê um fôlego para eu usar um pouquinho mais o 'colega computador' no trabalho.

21 de fevereiro de 2011

ordinário: rafael sica

Esta sexta fui no lançamento do livro 'Ordinário' do Rafael Sica. Desde que descobri o blog dele uns anos atrás, acompanho quase que diariamente o trabalho do cara, que é fodido demais. No lançamento, quem costuma mais ou menos frequentar lançamentos de HQs deve bem saber, são geralmente meio sacais, cheguei depois de umas cervejinhas porque a luz tinha acabado no escritório e então meio que encerramos o expediente mais cedo. Desci lá com o Yuri e achamos o troço meio vazio até. Nunca tinha visto a cara do Sica, mas só tinha um careta assinando uns livros meio escostadinho no bar. Cheguei lá, comprei meu exemplar e já fui direto trocar uma idéia com ele. Me apresentei (ai as cervejinhas deram uma força) falei do meu trabalho e tal, que ele disse conhecer (!) e pedi o meu autógrafo. Só que, já tinha dado uma folheada no livro, e não encontrei a minha tira preferida dele, 'Monga, a mulher Monga', de forma que insisti que ele me desenhasse a tal da monga para mim. Dito e feito. Prazer Sica, e fuerza no trampo.

9 de dezembro de 2010

8 de dezembro de 2010

intervenção no anhangabaú II

Segundo desenho que fiz para a apresentação da intervenção proposta no Vale do Anhangabaú, concorrendo para o edital 'Arte Cidade' (vejam mais detalhadamente no post anterior).

5 de dezembro de 2010

intervenção no anhangabaú I

Fui muito bacanamente chamado, já faz um bom tempo, julho, se não me engano, pela equipe formada por Ana Rüsche, Ana Paula do Val, Juliana Corradini e Nelé Azevedo (obrigado, moças!), para ilustrar uma proposta que elas desenvolveram para o edital 'Arte na Cidade', da prefeitura de São Paulo. O projeto era, toscamento resumindo, uma grande escultura linear em três patamares sobrespostos, feita daquele tecido azul de revestir edifícios em construção, que evocasse o rio Anhangabaú, dezenas de metros abaixo do que chamamos hoje 'Vale do Anhangabaú' e todo um arcabouço histórico guarany que elas resgatarm. Minha missão era tentar ilustrar a idéia, que fiz da melhor forma que consegui. O desenho de cima fiz lá do Viaduto do Chá, de observação mesmo, para depois concluir em casa com a intervenção. Mesmo estando 'acostumado' por estar fazendo os desenhos do tamanduateí, esta proposta tinha uma coisa diferente e bem difícil que era interferir de forma tão direta na paisagem retratada, principalmente a questão da escala e o fato de não poder 'esconder' todo o desenho com o novo rio. Ele não estava lá enquanto eu desenhava, tinha que imaginar, e isso numa paisagem reconhecível, como o Anhangabaú, e tão detalhada, foi complicado, confesso que apanhei bem. Ah, já ia esquecendo, infelizmente o concurso não saiu para o nosso lado, mas reitero que foi uma oportunidade incrível de trabalhar com um pessoal tão bacana e animado.

30 de novembro de 2010

e o filhote saiu do ovo

Pronto, o caderno foi impresso, agora falta só apresentar (fazer os cds) e me livro desta faculdade! Cinco anos de estudo (hhahaha, entrei em 2005 saio em 2010) é um bocado e está de bom tamanho por enquanto.

branca, branquinha

estava eu lá no sítio, feliz da vida fotografando com a macro nova (que é dificílima de usar quando o mundo se mexe com o vento, você parece tremer tanto quanto uma velha com parkinson e não dá para ficar usando tripé) estes agapantos (nome desta flor que a minha mãe me ensinou), quando encontrei uma moradora.

lá no miolinho, estava ela, esta gracinha de aranha branca.

ela era meio fugidia, não gostava (imagino por quê) que eu chegasse muito perto, e nunca ficava de frente para a câmera.

mas no final consegui pegar ela de baixo, bonitinha pra burro.

29 de novembro de 2010

baratchuska

meu, cheguei a ponto de catar esta barata e por num saquinho para fotografar em casa.

28 de novembro de 2010

mandruvá

Encontrei a bichona lá no escritório. Como coloquei no álcool para levar para casa de bicicleta então os pêlos desbotaram completamente do verde habitual para este amarelo limão.







27 de novembro de 2010

amarelo

florzinhas

a flor deste tipo de lírio (minha mãe falou o nome e claro que esqueci, mas ela não está para eu perguntar qual é direito) é formada por um monte de mini flores fechadas.

microflores


são umas microflores que dão nesta planta que parece um cactus miniatura. tem um cheiro fortíssimo, meio ruim até.

bromelita


não é uma bromélia, nem sei como chamá-la, na verdade, mas fica nos vazinhos do meu quarto.

24 de novembro de 2010

dolores, a terrível vespa-do-atacama


A terrível e impiedosa vespa-de-fogo-cintilante-do-atacama, conservada por dois anos e meio numa caixinha de tic tac.

23 de novembro de 2010

besouro max


Finalmente sobrou um tempinho para tirar umas fotos, tenho este besouro guardado há uns 5 anos num potinho, ele que me inspirou para fazer a animação do Besouro Max. Quando eu abri saiu maior fedozão, não pus no álcool nem no formol, era uma coisa que até queria testar, se ia apodrecer ou não. Agora que abri o pote, deve acelerar o processo. Ah, isso tudo porque estou com uma lente nova, uma Macro EF-S 60mm, que para a minha câmera funciona como uma 96mm. Estas fotos eu tiri com um tripé, abertura 32 e exposição de 15 a 25 segundos. Tem que ser assim, porque tão de perto, se eu focasse no meio da casca com uma abertura maior, desfoca todo o resto.


22 de julho de 2010

anhangabaú III


terceiro desenho desta série, último também. mais para frente, quando puder, que na verdade eu ainda não sei como vai funcionar, eu publico os desenhos finalizados e explico tudo.

21 de julho de 2010

anhangabaú II


vista do viaduto santa ifigênia, o sol agudo queimou minha nuca antes de entrar atrás do mirante do vale, maldito.