Na lente dourada da Spotmatic, eu lembro quando comprei de presente para a Maíra e me parecera bonita uma câmera com uma lente que não fosse tão normal, o pôr do sol aparece ainda mais colorido.
31 de março de 2011
veja o pôr do sol
Na lente dourada da Spotmatic, eu lembro quando comprei de presente para a Maíra e me parecera bonita uma câmera com uma lente que não fosse tão normal, o pôr do sol aparece ainda mais colorido.
30 de março de 2011
ano novo chinês
29 de março de 2011
mairinha na paúba
28 de março de 2011
berebas
Hoje eu entrei na faca para tirar umas berebas que tinha que tirar já há uns tempos (pele 'boa' é foda), maaaaas, por outro lado, rendeu umas fotos divertidas dos meus 'corpos estranhos'. Vou logo avisando que o 'auto curves' do photoshop deu uma bela distorcida nas cores das verrugas, como podem ver comparando as fotos de cima com as de baixo, embora eu tenha achado demais o efeito dramático que ele acabou dando a elas, hehe.27 de março de 2011
teaser do segundo post no setedoses
Esta terça, dia 29, tem mais um post meu no setedoses, fica aqui uma dica do desenho.
26 de março de 2011
24 de março de 2011
fidalga x wisard
Demorei umas duas semanas para acabar este desenho, foi daqueles 'um pouquinho por dia'. O rascunhão, quer dizer, a anotação principal fiz de uma vez, depois fui completando o contorno, botando as texturas, numa outra vez desenhei os outro elementos, fui pintando em casa e pronto, terminei agora só.
o final do filme
Acho incrível como, às vezes, são intervenções externas - técnicas - que dão às fotos uma graça. É um pouco daquele acaso que estraga ou salva um trabalho, que nem a aguada de nanquim que escapa dos contornos ou mancha mais que o esperado, e é o caso desta foto em especial, que não era ruim, pelo contrário, estava saindo bonita até, mas por ser o final do filme e ter este queimado na lateral, ficou super verticalizada ao invés de ser horizontal, fora que as marcas do rolo do filme aparecem e estão espelhadas pois o filme redscale é exposto ao contrário, então é escaneado assim também. Enfim, uma boa surpresa.
23 de março de 2011
pomada ovomaltina®
A. É uma simples e inocente bisnaga com massa de chocolate numa forma divertida para crianças brincarem ou para confeiteiros fazerem sua arte em bolos.
B. É Ovomaltine em forma pastosa e concentrada para ocupar menos espaço que a lata habitual.
C. É uma pasta de dentes pra lá de especial.
Mas quando se lê o escrito menor, 'Alimento para untar', no canto à direita, abrem-se novas possibilidades:
D. É uma massa com grande oleosidade usada para untar formas de bolo no geral.
E. É uma massa com poderosa capacidade lubrificante para se 'untar a forma', numa interpretação um pouco menos tradicional, daí se explicaria a pessoinha pulando de pernas abertas na imagem.
F. É um lubrificante íntimo saborizado com o delicioso aroma do brand 'Ovomaltine', daqueles à la mocinha que passa creme de amendoim para o cachorro lamber.
G. Seria melhor se fosse de Nutella.
22 de março de 2011
sossego
Este lugar tinha algum nome extremamente curioso, tipo 'poço das antas' que eu não consigo me lembrar de jeito nenhum. Lembro também que foi depois desta foto que o filme infravermelho acabou, o que era uma pena mais também um alívio, e de trocar o filme em cima do caminhão no meio de todo o ricochete. Pensei também quão absurdo eram os fotógrafos de guerra trocando os filmes deles e me senti bastante principiante.
21 de março de 2011
estudos para ilustração II
Mais um estudo que acabei não aproveitando para esta ilustração de um conto do Mario Vargas Llosa para a revista Bravo! que estou entregando agora à noite. A ilustração final já foi aprovada, quando a revista sair eu posto aqui, mas já vou avisando que foi muuuuito diferente destas que pus entre ontem e hoje. Esta eu até gostava durante o processo, mas encanei que eles não achassem colorida o suficiente, como era exigência do trabalho, então depois acabei tascando um azul ai em volta que não ficou nada bom, esta versão 'pré-azul' tem sua graça.
chandigahr?
20 de março de 2011
estudos para ilustração
19 de março de 2011
auto-retrato
Ontem, durante o almoço com o pessoal do escritório, o Thiago, um figura português, começou a me desenhar num gaurdanapo, ainda no restaurante. Depois insistiu para que eu o desenhasse, o que foi muito engraçado pois o sujeito além de tudo não parava quieto. Enfim, fiquei com vontade de fazer uma série de auto-retratos que começa com este bizarrito aqui. Eu gosto da composição do primeiro plano, levemente descentralizada, mas a placa ao fundo ficou muito forte e acaba roubando um pouco a cena, era melhor antes deu tê-la desenhado. Ah, e meu narigão torto também ficou um pouco exagerado, enquanto a cabeleira pareceu menor.
oficina
O Ansel Adams falava que previa a foto, que sabia exatamente como ela ficaria antes mesmo de tê-la revelado. Não precisava de fotômetro também, sabia melhor que ele a exposição necessária, isso sempre impressionou alguns amigos que andavam com ele. Não querendo me comparar mas sim tendo na cabeça estas coisas, sabia que esta foto tinha tudo para ficar boa na hora em que olhei para este lugar; imaginei, a luz, composição, tudo certo. Não tive tempo de fotometrar nem focar precisamente, foi num milisegundo de cima de um caminhão chacoalhando nos buracos, disparei. Podia ter sido uma baita foto, eu gosto disso, hehehe.
18 de março de 2011
17 de março de 2011
efke IR 820
Desde ontem, antes de ontem, na verdade, estava meio chateado porque um filme infravermelho (meu segundo, um Efke IR 820nm) que disparei ficou quase que inteiro MUITO subexposto, a ponto de parecer um enorme rolo transparente. Tinha algumas fotos razoáveis mas nenhuma com aquela exposição bacana resultado de um negativo bonito, vibrante. Longe disso. Estou escaneando ele agora e até que estas fotos ficaram curiosamente interessantes, mas o fato, e acabei de descobrir, é que este filme é especialmente complicado. Nesta excelente 'review' deste cara, acabei descobrindo o que precisava saber e quão despreparado eu estava ao usá-lo. Não posso me culpar completamente, porém, por causa do 'sucesso' que tivera com o outro filme IR que usei, um Rollei 400, ou seja, estava confiante e animado para tentar de novo. Só que o Efke é muito, mas muito mais lento que o Rollei, e para completar a 'cagada', fotometrei como iso 25 por uma recomendação (furada, claro) da BHphoto para fazê-lo, apesar de ter fotometrado o Rollei apenas com iso 6 da outra vez. Resumindo, depois de tudo isso, a conclusão que posso tirar é que só saíram as fotos que eu fotometrei errado, que eu teria hiperexposto! reapresentação do tfg
16 de março de 2011
15 de março de 2011
o desenho da cripta
A noite passado foi bastante ruim para mim, eu simplesmente não pude dormir por causa de uma crise de alergia causada pela umidade do porãozinho, acabei dormindo no sofá e passei o dia inteiro meio enjoadão, esquisito à beça. Mas antes disso tudo, fiz este croquisitos de uma parte do atelier do meu pai (a minha cama estaria mais à esquerda do desenho), e depois deitei para (tentar) dormir.
meu fim de mundo 22 - novo site do setedoses
Bom pessoal, finalmente entrou no ar a nova versão do site do Setedoses, do qual passo a fazer parte. Inicialmente, o site contava com 14 colaboradores divididos em 2 por dia, cada um fazendo um post por semana. A coisa agora duplicou e eu entrei no meio; são 28 colaboradores que se alternam quinzenalmente. Tem de tudo lá, vale dar uma olhada. O endereço do site é este e o direto pro meu post este aqui.
14 de março de 2011
13 de março de 2011
blue thunder 15
Fazia tempo, muito tempo desde que tinha conseguido fazer um desenho 'por gosto' assim dizendo. Esta série 'Blue Thunder', que desenvolvo essencialmente nos finais de domingo para espantar meus fantasmas, é das minhas preferidas até por conta disso, de ir sendo feita aos pouquinhos, numa sequência incerta e não planejada. Esta prancha em especial não é das minhas preferidas; tenho desenhado pouco que não seja arquitetura, e é sensível o quanto vou ficando destreinado. Recusei sistematicamente desenhos da Folha, ainda que com dor no coração, porque estava no trabalho. Isso me chateia e faz muita falta desenhar mais livremente, vou tentar negociar no escritório fazer umas pausas e depois repor as horas, vamos ver, não quero que um escritório roube minha alma também.
lançamento pindura 2010 na HQMix
12 de março de 2011
no caminhão
11 de março de 2011
parcial de vista do escritório
Vou tentar fazer uns desenhos da vista lá do escritório. Hoje almocei mais rápido que o habitual então aproveitei para começar um desenhitos lá da varanda, mas ai o chefe voltou, foi passando do horário e acabei deixando para terminar outro dia. Quer dizer, o mais provável é que faça outro depois, o importante é que fiquei (na verdade já estava há um tempo) com vontade de desenhar as vistas.
caminho
10 de março de 2011
trio-calafrio
A água não era exatamente fria, muito menos quente; estava em algum daqueles nomes que damos às temperaturas intermediárias. Não era também muito limpa, mas tem coisa que preferimos não ver muito, tinha era um laguinho que dava pé demais e esta pequena corredeira, que foi onde acabamos ficando. Peixes, não vi nenhum, insetos os tínhamos em alta conta, porque se tem uma coisa que atrai aranhas é uma bela cachoeira ou o maior dos moranguinhos-silvestres, mas isso já é outra história.
9 de março de 2011
carnaval
la playa
É engraçado como eu desencanei de tirar as fotos 'padrão recordação' de viagem. Eu tinha destas neuras de tirar umas fotos só para registrar como era o lugar, mesmo que a foto não ficasse tão bacana ou qualquer coisa. De uns tempos para cá venho 'lutando' contra esta necessidade e hoje já me sinto bastante livre para bater fotos só do que tenho vontade. Daí uma certa surpresa ao encontrar esta foto tão 'da praia' no meio das outras.
5 de março de 2011
jovem surfistinha
4 de março de 2011
resto de barco
Uma coisa é curiosa do filme infravermelho, quer dizer, também é curiosa; o foco é diferente. As câmeras mais antigas, nem todas, possuem um pequeno R ou uma marquinha vermelha nos tracinhos que definem os campos de profundidade na borda da lente. Acontece que o comprimento de onda diferente faz com que o foco seja ligeiramente diferente do que vemos, de forma que temos que compensar depois de ter focado o objeto. Por causa das margens de foco que as aberturas costumam dar à foto, isso nem sempre é problema, mas o caso crítico acaba sendo o infinito, que foca diferente. Não dá para fazer o tradicional 'gira a lente até o fim' e tudo que está longe fica no foco, é preciso girar um pouco de volta até a marquinha mais próxima do R casar com ele. Demorei para conseguir esta informação precisa, que ainda preciso averiguar, antes eu só 'voltava um pouco atrás no foco'.
3 de março de 2011
peeeeezinho!
Depois de nadar no rio de Coca-Cola, meu pé ficou assim meio caramelizado. É que a água, apesar de meio sem-graçola, tinha destas de pintar as coisas. Estas últimas fotos que postei, em tons que variam principalmente do vermelho para o amarelo, laranjas e, em alguns casos, verdes ou azuladas, tiveram este efeito por conta desta brincadeira com o filme Redscale. O Redscale nada mais é que o filme invertido dentro do tubinho. Você pega, puxa ele inteiro para fora, corta, gira 180º e cola de novo no lugar, de forma que a parte brilhante que será exposta à luz no primeiro momento, ao contrário do 'correto' e habitual. Esta inversão inverte a ordem de incidência da luz no filme; as camadas mais sensíveis às cores geralmente estão na ordem verde, amarelo, vermelho, sendo esta última a mais sensível, de forma que é filtrada pelas outras duas até receber sua luz. Quando invertemos o filme, a camada vermelha é a primeira a receber a luz, filtrada pelo acetato do filme, daí a necessidade de reduzir um pouco o iso, uns 2 ou 3 pontos, de forma a compensar esta perda. O resultado é este tom avermelhado nas fotos, salvo quando há muita luz num objeto mais verde ou azulado, sensibilizando estas camadas também. A idéia é achar o ponto em que as fotos sem mantenham o mais 'puramente' vermelhas possível, escapando um pouco para o amarelo, no máximo, mas não é regra nenhuma.
nas dunas
Entre o tal do mangue que descobrimos e a praia existia ente pequeno campo de mini-dunas, algumas cheias de jundú outras mais expontâneas, nesta paisagem que, não fosse pelos coqueiros, poderia estar em qualquer escala. As fotos são parecidas porque, batendo a primeira, minha mãe (palpiteira como sempre, claro) falou, 'ué, mas você não vai tirar dali, ó, como está bonito patati-patatá?', fazendo aquele formatinho retangular com os dedos que simula uma moldura. Claro que ela disse que não queria carregar a máquina dela por isso ou aquilo e depois ficava 'ai, tira uma foto disso para mim, ai, olha aquilo, hmmm noossa!'... hahaha. No fim bati a tal da foto, abaixo.
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