- quésalsicha? - concordo, foi nossa pior 'boa idéia'. neste dia ficamos de descanso, paramos no acampamento paine grande, montamos a barraca de deitamos na grama, depois no capim, depois perto do lago, depois olhamos para o céu, depois para a grama, depois para os pássaros...
e as núvens estavam especialmente inexpressivas, sabe (punta bariloche e os cuernos principais mais ao fundo).
patinhos fazendo cena. este ai estava na maior preguiça. estiiiiiica a pata.
e depois me sai correndo atrás da mãe.
a maíra também fica fotografando, ela que nem gosta de bichinhos...
tapete de capim (e cocô de pato escondido embaixo).
cor, textura.
- 'sigam-me, criançada. quem for atrás do pai de vocês, apanha!'
punta bariloche.
mairinha pasmando no lago nordenskjold.
prainha.
cuernos (norte, leste e principal) vistos num quase final de tarde.
eu gostei da limpeza do desenho. é, na verdade, parte de uma ilustração que fiz de estudo para um trabalho que logo mais explico se der certo.
esta série tem sido minha terapia praticamente exclusiva de finais de semana, pela primeira vez não tenho 'pressa' em continuar com uma delas, vai indo de dentro, não sei, vai indo por si só, neste tempo de maturação que deve ser próximo de uma semana. gostoso.
subindo mais um pouco encontramos vários rios e afluentes que ia convergindo para o valle del francés, lá para baixo.
ai a mairinha parou para descansar neste bosquezinho estilo bruxa de blair.
confluência. uma das fotos mais bonitas que tirei deste lugar que era um dos mais bonitos por que passei na minha vida.
este lugar era impressionante; a gente saía e entrava, alternando de bosques vivos e densos para estes recém-descampados claros de bosques mortos e troncos brancos.
uma vendedora na loja em que alugamos nosso equipamento de camping nos disse que em 2005, se não me engano, houve no parque um incêndio de proporções consideráveis, que a água deixou de ser potável, etc. imagino que este pedaço seja um registro do tal incêndio.
ao fundo, o cuerno principal.
bosque e descampado com o cerro fortaleza atrás (imagino, é difícil ter certeza pelo mapinha).
floresta cortada pelos rios de degelo vindos da cordillera paine ao fundo.
parada de descanso.
valle del francés com lago nordenskjold lá embaixo. à esquerda está o maciço dos cuernos e à direita o do cerro paine grande.
mairinha comemorando a chegada ao topo com uma dança exótica.
e depois sofrendo de dores agudas que chegaram a me deixar realmente preocupado sobre nossa capacidade de descida.
esta foto deve pegar aproximadamente: o maciço do cerro castillo, e os cerros aleta de tiburón, catedral, punta negra, los gemelos, trono blanco, punta catalina, cordillera paine, cabeza del indio e cerro escudo. acho, impossível saber direito.
da esquerda para a direita: cerro espada, hoja, máscara e as pontas leste e norte do cuerno principal.
vista panorâmica 360º do mirador do valle del francés, abrangendo todos os cerros que citei acima e mais uma infinidade de outros de nomes evocativos.
este é o rio del francés, com os cerros trono blanco e los gemelos ao fundo, descendo desde as geleiras lá em cima pelo valle del francés, onde estão os acampamentos italiano (onde ficamos na noite do dia 18 para o 19) e o acampamento británico, beeeeem mais para cima e muito inóspito.
maíra no começo da subida, num vermelho especial.
geleira dos cerros catedral, los gemelos, punta negra e trono blanco.
riozinho que vem pela direita, do vale superior ao valle del fancés. 

vista do lago nordenskjold do topo do primeiro vale, antes de mudarmos a direção para o acampamento británico, no vale superior.
mairinha.
nesta foto ela estava me ameaçando: 'danilo, se houver tanta subida quanto parece que vai ter, eu arranco seu rim!' - a única coisa que pude fazer foi agradecer o fato de ter tido dois.
lago nordenskjold e o valle del francés.
aqui acontecia uma coisa deliciosa, para cada lado deste outeiro, corria um rio vindo das montanhas, estávamos num topo de morro dentro de um vale maior, a sensação de ser minúsculo beirava o incômodo. mais para frente estava a cadeia de montanhas que formaria o que estou chamando de 'vale superior' mas que o nome de verdade não sei.
começando a ver os cuernos, pelo lado oposto ao que tínhamos visto na laguna torres, ao chegar no parque, dia 16.
parece que houve um incêndio meio tenso uns anos atrás, a gente viu umas clareiras e árvores queimadas (no próximo post, senão este não terminava nunca) bem chocantes.
cerro castillo, realmente enorme, impressionante.
este negócio de misturar desenho e colagem tem me deixado interessado, fora o nanquin, que é um treco anormalmente bacana.