14 de agosto de 2010

dia das mães - filme 07 (I)


para vocês verem como sou ágil na revelação dos filmes, aqui estão algumas fotos tiradas no dia das mães deste ano, se não me engano em março. foi o último grande evento familiar antes da morte do meu avô.


eu adoro tirar fotos de sequências de pessoas fazendo alguma coisa, fica rico. mas é curiosa esta tendência muitas vezes, de uma organização linear,seja por um longo sofá, seja por espaços limitados, a conversa fica meio difícil e ninguém se olha diretamente. de frente para esta galera estávamos apenas eu e minha tia, em pé, e as atividades desenvolvidas eram bem distintas, apesar dos aparatos eletrônicos dominarem a cena.



agora, por uma foto desta pode-se imaginar, daqui a alguns anos, algum tipo de chantagem;
- você conhece o famoso engenheiro paulo bressiani?
- claro, como não! mas... por quê?
- porque é ele nesta foto aqui, andando no batmóvel do nosso priminho!


- hahahaha! que absurdo!
- pois é, mas eu já fiz piores, tipo quebrar um carrinho destes.


- é, mas seu primo não deixou barato...
- é, descer a vertiginosa 'rampa da maria' no batmóvel foi uma empreitada temerosa.
- certamente
- mais corajoso que ele apenas a laurinha, com seus indomáveis 3 anos.
- quando?
- quando ela matava bixos com o pé descalço.


desta foto eu gosto mesmo é da cena acontecendo no fundo, meu tio parado à esquerda enquanto minhas primas e minha irmã conversam no banco, e à direita a primeira cena continuando, com meu primo e meu irmão jogando bola.

12 de agosto de 2010

11 de agosto de 2010

tentando estudar - sinistra 02


eu estava com boa vontade até, tratei a base no autocad (o bruno tinha largado no meu computador um tempo atrás e eu já tinha esquecido completamente dela até ver no desktop uma pasta estranhamente entitulada 'bases') levei na gráfica e imprimi. voltei para casa, abri na mesa e comecei a retratar no mapa as construções existentes que fui checando no google earth, trabalho chato. depois comecei a pensar no que poderiam virar e tal, ai comecei a me encher e no fim apareceram mais umas coisas na minha mesa e quando fui ver estava com o caderno aberto desenhando com a mão esquerda de novo. (devem estar pensando; 'meu, um cara que tem uma cabeça de macaco em cima da mesa não pode ser levado a sério...' pois bem, de fato).

ilustração caderno equilíbrio 3/3 - folha de são paulo


terceira ilustração para o caderno equilíbrio da folha de ontem, 10.08.2010. deixei bastante espaço livre conforme tinham solicitado mas acabaram foi cortando um pedaço do branco.

10 de agosto de 2010

ilustração caderno equilíbrio 2/3 - folha de são paulo


segunda ilustração para o caderno equilíbrio desta terça-feira dia 10.08.2010. este desenho saiu direto, não tive que reformulá-lo nenhuma vez. uma solicitação, porém, do cara que falou comigo, era que estas ilustrações tivessem reentrâncias, para que ele pudesse enxertar textos e compor com a página, coisa que não aconteceu muito, na verdade, mas que por outro lado é bacana pois fez sobrar bastante espaço branco no jornal, coisa rara.

ilustração caderno equilíbrio 1/3 - folha de são paulo


ilustração publicada hoje, dia 10.08.2010, na folha de são paulo, caderno equilíbrio. o desenho sofreu algumas modificações durante o processo, achei até bacana colocar aqui: esta abaixo é a que enviei a eles, com o 'sonho' já reduzido em relação à moça na cama e as bolinhas pretas para ajustar a posição nova do balão ao desenho.



esta era a versão inicial, eu não tinha ainda pintado as bordas nem substituído a chamada do balão nem modificado no photobomb as proporções.

8 de agosto de 2010

blue thunder 14



domingo e afins


minha mãe e minha irmã tomando um baile na compra frustrada de ingressos pela internet, cineminha concorrido.



e a névoa que chegou sorrateira na noite do sábado, e foi-se inteira já hoje de manhã, deixando este ar seco de novo. deve é ter roubado tudo.


na casa nova do meu irmão.


7 de agosto de 2010

maestro carlos kleiber - sinistra 01


o maestro austríaco carlos kleiber foi vítima do primeiro desenho de uma série que chamei 'sinistra' e que pretendo continuar fazendo de treinos com a mão esquerda. nossa mão errada é muito menosprezada, para não dizer subutilizada, mas é tão capaz quanto a direita. claro que os contornos, principalmente as nuances de luz e sombra são mais difíceis, mas fiquei impressionado como outras tantas qualidades do desenho estão mais na cabeça que nas mãos. a composição, por exemplo, os tipos de movimento que tentamos inconscientemente fazer para pintar os espaços pretos, são muito semelhantes para as duas, intuitivos eu diria. confesso que meu ombro esquerdo tenha ficado doendo um pouco, cansado, e que falta muita força na mão, tanto como controle, porque a noção de onde o movimento tem que terminar no vai-e-vem para o lápis riscar até o contorno da cara, por exemplo, ou para não cair para fora do caderno são bem difíceis de se aprender. mas há alguma coisa de pitoresco de se usar a outra mão porque é quase impossível criar a mesma retórica de traço que a direita faz, o cérebro quer fazer, mas a mão não responde, está meio fora de controle, dura, estranha o lápis. mas o melhor talvez seja a baixíssima expectativa, quase um desapego ao trabalho começado, uma surpresa de não se ter nada a perder porque a simples iniciativa de usar a mão errada já se permite errar.


foto dramática do maestro austríaco carlos kleiber (1930-2000) recortada do estadão de hoje e escaneada sobre a capa do meu caderno 3. é a segunda vez que copio uma foto destas, a outra foi há uns 2 anos, quando estreei o caderno 1.

começo do fim - tfg2


para o tfg2 eu pensava em refazer o percurso que fiz no tfg1 (primeiro semestre), simplesmente, com a diferença no fato do segundo percurso acontecer na paisagem transformada por um breve projeto que eu elaboraria nas proximidades. pois bem, este objetivo se mantém ainda quase que intacto, mas estou pensando em fazê-lo de uma forma um pouco diferente; ao invés de projetar e desenhar (claro que uma coisa não exclui a outra e a ordem entre os dois não é bem definida), estou pensando em elaborar este projeto ao mesmo tempo em que penso no percurso. mais que isso, quero ilustrar uma pessoa que more no local e saia para trabalhar num dia convencional, como esta rotina poderia ser dentro desta proposta de cidade. enfim, seria uma forma de mostrar detalhe por detalhe daquilo que acho importante na casa, começando pelo quarto, banheiro, uma varanda, as portas, as janelas, uma cozinha, sala, móveis, que tipo de escada, um corrimão correto, as relações entre estas coisas. apresentar tudo isso numa sequência que seria o despertar e sair de casa de uma pessoa, uma forma de expressar os desejos arquitetônicos que temos como arquitetos e projetistas sem passar pela praga do desenho técnico. seria um percurso pela arquitetura das coisas, inclusive, porque, como diz o delija, um dia pode começar bem simplesmente por não precisarmos acender a luz do banheiro para escovar os dentes.

o incrível avião-banana


as vezes a gente ganha coisas incrivelmente bonitas nos presentes menos pretensiosos. este cartãozinho, por exemplo, a maíra escreveu para acompanhar um delicioso modelo do 14 bis de madeira balsa que devo montar em breve. por que um simples desenho de um aviãozinho-banana, como chamamos enquanto entortávamos de rir, pode ter um poder tão alegre quanto este? talvez neste tipo de desenho o que mais transpareça seja justamente a intenção, e isso os torne tão legítimos. é uma expontaneidade tanto inexplicável quanto gostosa; daria para eu escrever (ou pelo menos imaginar escrever, enfim, criar a vontade de) toda uma história infantil em cima de um desenhinho como este, daquelas que dava friozinho na barriga só de se imaginar a profundidade de significados que poderíamos passar, rezando para que as criacinhas entendessem da mesma forma. é um pouco do que criou a série do 'meu fim de mundo'.

2 de agosto de 2010

meu fim de mundo 21 - folhateen



ilustração para esta semana do folhateen. eu andei pensando, semana que vem (mês que vem) estou a fim de fazer uma história diferente, já tive umas idéias, cansei do fim de mundo para a folha, é uma série muito detalhada, perde demais no jornal, impressa em baixa qualidade.


1 de agosto de 2010

blue thunder 13


o domingo tem alguma coisa de terrível, uma iminência cruel, subconsciente. se paramos e pensamos que será um dia normal - afinal, quantas milhares de segundas-feiras já vivemos? -
percebemos que não é nada de mais. ainda sim, chega a quase doer.

pindura 2011 - ilustração 3/3


terceira ilustração para o calendário pindura® 2011, cujo tema será elevador, conforme falei no primeiro post desta série, tem até o cenário base para os desenhos. a idéia para esta cena aqui apareceu quando eu estava tirando as lentes de contato e peguei meu óculos na mão. eu tinha ficado meio em dúvida se faria uma grande paisagem, como se o elevador fosse panorâmico e tal, pensei até num cara melancólico tomando um trago enquanto olhava a vista do 'magic panoramic ride' que eu escreveria numa placa, mas acabei preferindo esta alternativa mais alegre um pouco. enfim, já mandei as ilustrações pro pessoal do pindura, trabalho entregue!

31 de julho de 2010

pindura 2011 - ilustração 2/3


quando mostrei esta ilustração pro marcinho, ontem à noite, ele me disse que lembrava muito as de um cara que está com exposição no tomie ohtake. minha mãe também me disse que eu deveria ir lá ver, pois bem, estou indo! abaixo o esboço desta e de outras possíveis ilustrações para esta edição.

pindura 2011 - ilustração 1/3


e esta é a primeira ilustração que fiz para a edição de 2011 do calendário pindura®, que desta vez será diária, contando com 122 artistas com 3 ilustrações cada. o tema deste ano é elevador, o que me fez lembrar logo de cara de uma tirinha que fiz nos meus primórdios de tirinhas, em 2008, ilustrando a placa do 'mesmo' ao entrar no elevador. o cenário base para as ilustrações é este aqui, que acabei por subverter bastante, na verdade. eu juro que a terceira ilustração seguirá bem o cenário, na primeira e na segunda dei uma bela escapada mesmo, hehehe.


28 de julho de 2010

sítio da tribo


fotos tiradas durante uma visita de campo ao sítio da tribo, em ibiúna. obviamente não colocarei as fotos do levantamento propriamente dito aqui, mesmo que eu tivesse tirados as tais fotos, que não tirei, hahaha.



na pontinha do deck, na casa do meu chefe. eu estava tranquilo, sem vertigem até o momento que olhei pelo buraco da máquina, ai tive que ser breve.


26 de julho de 2010

maquinetas


tava tudo lá, em cima da mesa. tinha mais umas duas, na verdade, mas faltou saco para continuar, as outras o pessoal estava usando, então acabou que ficaram só as minhas mesmo.

paúba 23, 24 e 25 de julho


acho que quem mais tirou fotos desta vez em paúba foi a bia e sua diana F+ malucona, eu tive meus revertérios e dormi umas 40 horas seguidas neste pequeno feriado, ou estava ocupado com a minha pranchinha nova (que aliás, arrasou) na sexta-feira, enquanto ainda conseguia andar.







e na foto tradicional, uma inovação importante: o mori me trouxe da américa (também acho repulsivo falar assim, mas peguei a mania do meu tio) um disparador wireless para a minha câmera, ou seja, abriu possibilidades novas para usar o bulb e para toda a longa exposição, bem como de retratos em que eu peguei todo mundo desprevenido porque não sabiam que eu estava tirando a foto! teve que o mori explicar o que estava acontecendo.

22 de julho de 2010

anhangabaú III


terceiro desenho desta série, último também. mais para frente, quando puder, que na verdade eu ainda não sei como vai funcionar, eu publico os desenhos finalizados e explico tudo.

21 de julho de 2010

anhangabaú II


vista do viaduto santa ifigênia, o sol agudo queimou minha nuca antes de entrar atrás do mirante do vale, maldito.