12 de outubro de 2010

tfg - 12/xx


gostei deste, foi daqueles que sai meio direto, embora tenha refeito alguns pedaços, até acertar um enquadramento ou outro, não foi um sofrimento. e eis a sala do apartamento.


aninha - filme 12 (IV)

11 de outubro de 2010

tfg - 11/xx


eu gostei foi da cadeirinha de praia, que eu queria ter desenhado na prancha anterior, e da mãozinha saindo da camisa no quarto quadro. o cabide com a camisa caindo também ficou bacaninha, mas eu ainda não descobri como dar o contraste que eu quero, e parar de deixar tudo meio pastel.


bicicleta em são paulo - folhateen 11.10.2010


pronto, fazia tempo que eu queria falar sobre isso, bike. e acho que vem ao caso pegar mais 'leve' nestes desenhos pro jornal, pelo menos para o folhateen. não adianta ficar quererendo fazer a crítica do mundo e de todos, tudo junto uma vez por mês, que só me atropelo, não existe uma continuidade, cada tirinha tem que ser meio que um fim em si mesma e o espaço não é adequado. a gente fica ansioso com as oportunidades mas tem que pensar direitinho o que fazer para cada situação. ah, e desta vez mandei o arquivo mais claro um pouco, que nem a catota tinha comentado comigo, porque a impressão no jornal chapa tudo mais escuro, e deu certo.

10 de outubro de 2010

tfg - 10/xx



bom, eu não estou muito certo quanto a este desenho. estava falando instantes atrás com a maíra sobre isso, sobre o processo, a construção deste caminho. não sabia se gostava ou não dele, ainda não sei, não me convenceu, tem coisas boas, das quais gosto, assim como um lado extremamente imaturo de lidar com a cor, principalmente na paisagem, na composição da paisagem também, enfim, como um todo. mas como disse, tem aspectos positivos, um contraste interessante, uma luz curiosa. apesar de ter 'abandonado' cedo este desenho, porque é que nem projeto, dá pra ficar um ano se quiser, ele é uma 'estréia' no quesito paisagem, novidade para mim enquanto pensando em criar estas vistas de cabeça. é um repertório desgracento que tem que ter para fazer isso, e sinto que falta bastante. mas de novo, não é o processo que importa?


alê e ju - filme 12 (IV)

9 de outubro de 2010

5 minutos


quando dá um treco na cabeça e você resolve fazer um negócio, expontâneo mesmo, chamamos na família de '5 minutos' .

marcelo - filme 12 (III)


este cara, vejam bem, ESTE cara, ele está até olhando pro lado, este cara, conseguiu a proeza de ir de carro para a usp, sair, ir para casa de bumbas (trânsito, chuva, encheção de saco) e só depois, horas depois, estranhar que tinha 'esquecido' alguma coisa por lá, E postar no facebook. então, esta é uma homenagem ao querido marcelo.

8 de outubro de 2010

tfg - 09/xx



desta vez eu pensei; 'bem, já que pus cor, vamos continuar com a cor, está divertido'. só não imaginei que ia botar TANTA cor no negócio, ficou coloridão, mas acho que isso que me fez gostar especialmente deste desenho. pois é, acabei de cavar meu próprio buraco, porque quero ver agilizar estes desenhos, não bastava grafite, luz, sombra... cor?!

ma e fê na fau - filme 12 (II)


pulei uma foto do marcelo só porque hoje é aniversário da fernanda e acho justo que ela apareça na foto.

7 de outubro de 2010

tv - filme 12 (I)

tfg - 08/xx


esta oitava prancha, na verdade, eu tinha terminado anteontem. mas ficou tão horripilantemente ruim que desencanei de mostrar, aliás, desencanei de utilizar no trabalho. estava num mau-humor danado, acho que em parte pela coisa do pé, enfim, deu errado pra burro. mas não nego que o erro trouxe coisas boas, (já sei, parte do processo e tal) foi muito bacana começar a usar a aquarela. aqueles testes que postei aqui ontem e hoje são parte disso, mas no meio também fiz a próxima tirinha que sai segunda-feira no folhateen, que me deu outra animada.



partindo do princípio que usaria aquarela, portanto, o método de trabalho muda um pouco; o traço muito forte, grosso, apesar de eu gostar muito, atrapalha a conversa entre os tons. tive que aliviar na mão, portanto, ai o grafite escaneado sofre demais para aparecer, mesmo puxadão no photoshop.


agora, aquarela tem uma coisa que é também tão crucial no nanquim mas que talvez fique mais óbvia com cor, mais que acertar a mão, tem que acertar a hora de parar. tá certo que isso serve para qualquer coisa que se esteja fazendo, mas no desenho é crítico. dá para ficar uma semana numa aquarelinha de 5 x 5 cm, agora eu consigo entender perfeitamente isso. já vi trabalho de um cara que ficou uns meses, este aqui, mas ai também é coisa de louco, apesar de ter ficado fodido de bom. enfim, cada um conforme seu saco, mas comecei a pegar gosto pela coisa.

aquarela experience 02


quase na sequência do anterior, aproveitando que já tinha feito as misturas das tintas.

6 de outubro de 2010

aquarela experience 01


quando eu fui inventar de por aquarela no meio do tfg, não esperava que fosse muito diferente do nanquim. tomei um pau, mas pau tão grande que percebi que tinha que treinar um pouco antes de inventar moda. este estudo foi o que eu chamaria de 'primeiro estudo consciente' de aquarela, quando eu percebi que não era tão simples quanto o zé-mané aqui achava (apesar de tudo e todos sempre dizerem que não era fácil). bem, mas sabendo com o que eu estava lidando (ainda que em estágio inicial), e sem esperar resultados desta vez, vi não é um bicho de sete cabeças. claro, que daí a fazer um troço decente vai MUITO trabalho, mas até que achei satisfatória a experiência, deu vontade de praticar.

casamento da pri - filme 11 (XV)


pronto, chega de foto de casamento por enquanto. eu gostei desta, achei legal o jeito como o gui aparece na foto, parece que os dois estavam se divertindo horrores mesmo.

4 de outubro de 2010

tranca - filme 11 (XII)


cadeado na porta da igreja, estava do meu lado enquanto a cerimônia acontecia. legal mesmo era o escrito, provavelmente em liquid paper (branquinho), com o número do armário.

3 de outubro de 2010

un árbol


já fazia uns dois dias que tinha visto o estado desta àrvore que está florida aqui perto de casa, no cruzamento da pedroso com a ferreira de araújo. ontem mesmo falei que ia tirar uma foto lá de baixo, que é mais bonito de ver que aqui de cima, mas já era muito tarde quando lembrei da promessa, ai já estava de pijama e tal, sem condições. de qualquer forma, o bonito dela é a posição de objeto mais iluminado da rua, pois tem um poste exclusivamente para iluminá-la.

croquis - a linda cosmonauta em apuros


enquanto eu espero o povo daqui de casa desembaçar para podermos ir almoçar, fiquei desenhando esta aleatoriedade que me deu idéia para uma seriezinha besta para testar algumas coisas.

tfg - 06/xx


sexta prancha do trabalho. achei engraçado o gigante se aproximando da privadinha 'modelo infantil', mas estas coisas acontecem, hehe. o pior foi que cheguei a diminuir o sujeito uma vez, porque estava ainda maior.


pajaritos


eu postei aqui, já faz um tempo, as fotos dos ovinhos de sabiá que apareceram num ninho lá no escritório. o ninho fica numa árvore, um chapéu-de-sol mambembe, bem na altura da varanda, então conseguimos chegar a mais ou menos um metro, um metro e meio deles. agora, só depois de ver a foto é que percebi que eles têm sombrancelhas fenomenais!


e olha a mãe, esta sabioua gigantesca, parece até um frango. a gente brinca dizendo que logo mais vai rolar um 'sabiá no rolete', e que ela está gorda assim de 'amamentar as crianças'.



agora, os bichinhos são feios que dói. até que com penas eles vão ficando melhor, porque antes eram uns sacos de carne, mesmo, tremendo no ninho.


1 de outubro de 2010

30 de setembro de 2010

tfg - 05/xx


terminei agora só esta quinta prancha. eu tinha começado ontem e me propus a fazer uma por dia, ou tarde, na verdade, mas ontem me dei conta de que isso só vinha sendo possível porque tinha planejado estas 4 primeiras com antecedência, então na 'execução' apenas, dava para garantir. esta exigiu um pouco mais, era muito detalhe ali no canto, fora que, isso é uma questão; quando faço um desenho à lápis que será passado à caneta, como estou habituado, o lápis é temporário, é um guia, será apagado depois. ele pode ser meio 'largado' ainda que rigoroso, já que à partir dele é que o desenho sai. o fato é que ele é bastante livre e solto porque será apagado depois. desenhando deste jeito como estou fazendo neste trabalho, as linhas de planejamento de grafite apareceriam, pois não há uma caneta selecionando a linha final, é o próprio lápis. trata-se, então, de uma famosa faca-de-dois-legumes, como diria o edu, porque tenho que fazer o desenho final meio que direto, e deixá-lo limpo assim é coisa da pesada. a tinta esconde muita coisa, de fato, mas ela responde tão melhor quanto estiver a base no grafite.


e mais uma coisa, só porque já me perguntaram algumas vezes estes dias: 'tá, curti, mas o que é?'. esta é a segunda parte do meu tfg, que fica pronto no final do ano (!). na primeira parte trabalhei pesquisando a paisagem perdida, fotos, relatos, desenhos dos viajantes, definindo as fases da paisagem ao redor do rio tamanduateí. os desenhos que fiz eram a minha leitura da paisagem atual, sobre a qual trabalharei nesta etapa. levantei então algumas bases e estou trabalhando num projeto para a região, um projeto mais livre pois tem como principal intuito pensar no 'como poderia ser?', ou 'como poderia ter sido?' numa visão um pouco pessimista que partilho mais, na verdade. e este projeto será apresentado através de desenhos, novamente, desenhos que estou fazendo agora. só que, para não apenas repetir o percurso que fiz no começo do ano, ainda que fosse diferente, já que é imaginado, decidi partir para um caminho um pouco distinto, ainda que convergente (espero): me imagino (e a idéia aqui é cada um que vir o trabalho possa e venha a fazer o mesmo) na pele de um trabalhador da região, morando próximo do centro, dignamente, e estou desenhando aquilo que para mim significaria uma habitação digna, em detalhes, detalhes que eu acho importantíssimos mas que costumamos ignorar em projetos de arquitetura, aspectos lúdicos, táteis, enfim, sensíveis do que é arquitetura. o trajeto vai sendo revelado aos poucos, não vou estragar as surpresas também, ainda que já não tenha conseguido esconder até a hora da banca, hehehe.

o dia em que apareci no google street view!


pois é, eu lembrava de ter cruzado o carro do google duas vezes em são paulo, uma na esquina da clélia com a venâncio aires e outra nesta pracinha da aspicuelta com a harmonia. eu tinha certeza que apareceria na foto da clélia, porque estava paradinho no sinal e tal, mas não, foi nesta em que o carro do google manobrava no meio da rua que fui pego, duas vezes! e por causa da bicicleta não restam dúvidas.