Um pedaço de um desenho despedaçado.
30 de abril de 2012
29 de abril de 2012
27 de abril de 2012
26 de abril de 2012
as mariposa
Desta minha segunda gravura eu não gostei muito. Quer dizer, como um todo, porque este primeiro plano até que ficou bacana, depois decidi continuar mais um pouco e acabei cagando o conjunto. De qualquer forma, minha lição de casa é começar a carregar mais nas linhas, ficou tudo muito clarinho demais.
25 de abril de 2012
a menina do bosque
No mato que eu conheço até que bem, encontrei uma menina sentada num tronco. Só que ela corria tão rápido que já nem lembro se vi ou imaginei.
23 de abril de 2012
22 de abril de 2012
19 de abril de 2012
a clareira dos unicórnios
Na 'clareira dos unicórnios', que era como chamávamos este pedaço do sítio quando éramos pequenos (hahahahaha!), a forração é destas plantinhas redondas tipo trevos.
18 de abril de 2012
a caixa de ferramentas
Minha primeira e segunda gravuras em metal, feitas ontem à noite. Gravei com ponta seca numa chapa de cobre, fizemos a primeira impressão e então acrescentei os escritos como teste para a segunda. Estou animadíssimo com esta história, cheio de idéias já...
17 de abril de 2012
16 de abril de 2012
we are not alone
Aquele filme que achamos meio aberto na casa dos meus avós, um cromo Agfa CT100 vencido em 2002, me fez ver umas coisas por ai.
13 de abril de 2012
12 de abril de 2012
espiões do google
Esta é a prova de que eu existo no mundo imaginário do Google Street View. Eu achava que eles borravam mais nossas caras, dá muito para reconhecer a galera! E esta é a segunda vez que apareço, a outra eu estava de bicicleta indo para o trabalho.
11 de abril de 2012
está ficando alto (XX)
Ontem deu para fazer mais um desenho da obra, é o 20º. Pelo que estou vendo, logo logo terei que fazer mais um porque este foi no limite da mudança, já estão colocando os ferros de novo e a coisa começa a subir mais uma vez. Abaixo o desenho anterior.
4 de abril de 2012
3 de abril de 2012
a janela colorida
Olhando-se pela janela, tudo quente e colorido, mas, por mais rápido que fôssemos, a cor nunca durava o suficiente para chegarmos até ela.
1 de abril de 2012
30 de março de 2012
29 de março de 2012
28 de março de 2012
minha pequena floresta
Minha florestinha particular, com seus altos e baixos, raízes salientes, folhas mais ou menos amontoadas, pedras com limo, estátuas largadas ao tem, paredes de barro quase desaparecendo (nem tudo isso se vê nesta foto, obviamente). É perfeitamente compreensível para mim a motivação dos bonsais e este arrepio que dá conseguir reproduzir em micro escala um pouco destas paisagens incríveis e pitorescas que vemos em alguns lugares, acho que tem a ver com esta coisa de sentir-se meio deus em suas ruínas.
27 de março de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)

















































